quinta-feira, 29 de julho de 2010

De repente...

Apareceu assim na minha frente, com cara de metido, e uma pontinha de desconfiança de que fosse esnobe, um nojinho de pessoa. Mas eu nunca fui de me intimidar facilmente, e mesmo assim chamei, fui puxar conversa como quem não quer nada, além de querer ter o gosto de estar errada. E estava.

Um sorriso lindo, uma ponta de sotaque do sul, os olhos...Ah meu Deus os olhos, que até o presente momento não me decidi se são azuis ou verdes, mas que olhos! Olhos que revelam muito da alma de uma pessoa, principalmente da dele. E a voz? Uma que mesmo fazendo umas 2 semanas que não ouço, ainda consigo ouvi-la claramente no meu pensamento, como se estivesse aqui presente. (e não está?)

Dia cheio de atividades, encontros ao acaso (será?) em lugares aleatórios, uma despreocupação em marcar lugar/hora, porque simplesmente havia uma certeza que pairava no ar: a gente ia se ver de novo. Uma conversa cheia de exclamações, vírgulas, reticências, interrogações, mas sem ponto final, e as horas ao lado dele passaram, mas passaram de maneira agradável sem precedentes. Era como se a gente tivesse todo o tempo do mundo.

Não sei o desfecho disso ainda, e não tenho pressa em saber. Sei que o coração vai muito bem, obrigada. Batendo forte novamente, batendo asas, como há tempos não acontecia. Calma? Eu aprendi a ter, com muito esforço. Mas sabe, estou transbordando felicidade pelos poros...

E olha que ainda nem sei que gosto aquele beijo tem! E aí, me mostra?

Um comentário:

  1. Ir com cautela é tudo!
    Esse sentimento é tão bom... cultiva, hein?
    Beijosss e que tudo aconteça como tenha que ser, no tempo certo!

    ResponderExcluir