segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Me mata de orgulho!

Gosto de ver as mudanças que aconteceram na sua vida nos últimos 2 anos. Gosto de te ver se mexendo do lugar, indo atrás dos seus sonhos, indo a luta a cada dia, criando coragem e fazendo vôos mais distantes.
Acho que você sabe o quanto eu e a Vaquinha queríamos que sua vida tomasse um rumo diferente, que coisas boas acontecessem e te levassem a uma grande virada de jogo. E então, aconteceu. 

Estou tão feliz com a sua coragem de mudar as coisas, que você nem sequer imagina. A sensação é de realização, é a grande prova de que Deus ainda me ouve, e isso é incrível.

É tão bom, que nem consigo ficar triste pelo fato de que moraremos em cidades diferentes e será mais difícil de nos vermos, porque você realizando seus sonhos me deixa extasiada e orgulhosa.

Você não é mais a mesma, já parou pra pensar o quanto sua vida mudou nesses 2 anos que se passaram? Quanta coisa aconteceu, quantos caminhos se abriram, quantos passos grandes você deu... E não vai parar por aí, porque eu desejo que você voe, que realize tudo o que sonhar, que vá pra todos os lugares que você quer conhecer, que faça tudo o que quiser fazer. Afinal, tudo começa com um pequeno passo, e isso você já aprendeu.

Eu quero num futuro breve juntar nós 3, pra passar o dia sem fazer nada além de jogar conversa fora, falar muita bobeira, refletir, relembrar momentos incríveis, dar gargalhadas, chorar, pra compensar todos esses anos que ficamos cada uma num canto. Um dia eu sei que a gente vai se reunir, e vai ser como se o tempo não tivesse passado e ainda fôssemos adolescentes. Até lá, eu quero que você viva coisas maravilhosas, novas, interessantes, pra ter mais histórias pra nos contar. E eu tenho certeza que terá.

Seja feliz, muito feliz! Vida nova!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Equilíbrio


Reflexiva, introspectiva. Foi assim que o filme Comer, rezar, amar me deixou quando a tela da TV escureceu. Eu não sei você, mas eu já tive essa vontade louca de largar tudo, colocar uma mochila nas costas e sair pelo mundo sozinha, numa viagem maior que isso, uma viagem interior. Distanciar-me de tudo, pra me aproximar de mim.

Acho que vivo numa busca constante pelo meu equilíbrio, e na maioria das vezes me perco pelo caminho, não sei como encontra-lo. Eu me sinto como se eu estivesse sempre correndo, correndo... Correndo atrás de sonhos, que na maioria das vezes parecem distantes demais de mim, correndo atrás de respostas, do tempo que eu acho que perdi com pessoas/coisas tolas, correndo pra ter mais tempo, correndo atrás de um futuro, que eu espero que seja melhor.

Hoje, eu vejo que o problema não é externo (namorado, família, amigos, dinheiro, etc), é interno. É com o não saber como lidar com as coisas que eu sinto, uma agonia aguda no peito, uma sensação de estar sem uma bússola que me indique o Norte, um leve desespero por não encontrar equilíbrio entre pensar, fazer, sentir. 

Estou perdida, e não acho a porta de saída. Na maioria das vezes sinto como se fosse uma estranha nesse mundo, que caiu aqui de para quedas, porque parece que todos estão encontrando suas respostas, mas as minhas... ah, as minhas respostas.. estas parecem que nem foram escritas ainda, ou talvez seja eu que não faço as perguntas certas.