segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Chegou ao fim

Sinto muito Solteirice, mas tenho que terminar com você.
Foi bom enquanto durou, nos divertimos muito nesses quase 400 dias que passamos juntos. Sei que vivemos vários momentos incríveis, alguns eu diria inesquecíveis até, conhecemos pessoas legais, lugares bem interessantes, festamos adoidado né?
Você foi uma ótima companhia nesse ano inteiro que se passou, e eu te agradeço muito por tudo o que aconteceu entre nós. Mas, infelizmente nossa relação chegou ao fim. Eu tentei, juro que tentei, queria salvar nosso relacionamento, mas não tenho mais forças p/ mantê-lo.
Não, você não fez nada de errado! É que essas coisas a gente não controla né? Ele apareceu assim na minha vida, do nada, quando eu dei por mim o coração já tinha batido descompassado. Não foi intencional, não queria terminar a nossa relação assim, mas não poderia te enganar! Lembra que combinamos que seríamos sempre sinceros c/ nossos corações? Então...
Espero que me entenda, simplesmente aconteceu, não foi nada planejado. Mas olha, eu tenho certeza que logo você encontrará alguém p/ te fazer companhia novamente. E com certeza você fará essa pessoa tão feliz como me fez um dia.
Obrigada por tudo! Até qualquer dia desses, quem sabe...
;-)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Meu brigadeiro com gosto de beijinho

Eu acabo de perceber que um dos maiores problemas de um casal apaixonado é a busca por apelidos, digamos assim, adequados. Algo que combine com ele e ela, que seja especial, mas que não caia na breguice. E quando o assunto é amor, é difícil não cair no cliche, eu diria impossível.

E aí saem coisas básicas (e menos piores) como: meu amor, amorzinho, paixão (isso me soa bem 'música sertaneja'). Mas daí uma das partes diz que não gosta de nenhum desses, que é muito comum. E começa a sair coisas desse tipo: xuxuzinho, mozinho, gatinha, sapinho, florzinha, lindurso, princesa (esse eu odeio), vidinha, tchutchuca, e mtos outros 'inhos' e 'inhas' bem piores.

Depois ainda tem os apelidos relacionados a coisas de comer, principalmente doces. É meu docinho de côco, meu brigadeiro, meu petit gateau, meu quindinzinho, minha passoquinha, entre outras coisas muito açucaradas e proporcionalmente breguinhas.

Não satisfeitos, ainda tentamos apelidos em outros idiomas. Tipo: baby, my love, honey, mon amour, mon petit, amore mio, e por aí vai, vai longe.

O negócio é que a gente não conseguiu chegar num acordo qto ao uso desses apelidinhos mimosos. Eu só consegui eleger o pior deles: bebê. Ah não, não me chama de bebê pelamor-de-deus. Bebê é broxante, sério, pior que calcinha bege e cueca azul-bebê (olha aí a palavrinha de novo).

Aí decidimos que vamos deixar o apelido surgir c/ alguma situação nossa, que tenha a ver com a gente. Eu sei, é muito cafona essa coisa de apelidos, mas experimenta se apaixonar pra ver se vc não sente vontade de chamar seu amor de alguma coisa especial. Olha aí, já o chamei de amor... O negócio é que essa coisa louca chamada amor faz isso c/ a gente, tudo o que a gente achava cliche, passa a praticamente não achar mais.

E eu confesso, pensar nesses apelidos 'tosquinhos' me fez morrer de saudade do meu lindinho, gatinho, meu sundae de morango com calda de chocolate (me interna?).